Alle News und aktuellen Blogs neu auf unserer Facebook-Seite

Liebe ARFI-Mitglieder

Die meisten haben es sicher schon festgestellt – alle aktuellen News und Blogs gibt es nur noch auf unserer Facebook-Seite. Schaut rein und “liked” uns unter:

https://www.facebook.com/pages/Atlantic-Rainforest-Institution/63308503559?ref=hl

Muito Obrigado

 

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Jeder Baum im Atlantischen Regenwald absorbiert 163.14 kg CO2

Jeder einzelne Baum des Atlantischen Regenwaldes absorbiert im Durchschnitt 163 kg CO2 von der Atmosphäre während seiner ersten 20 Jahre auf dem Planeten.

Diese Studie wurde vom Totum Institute, der Universität Sao Paulo und der Institution “SOS Mata Atlântica” in Auftrag gegeben.

 

Hier der ausführliche Portugiesische Text:

Estudo realizado pelo Instituto Totum e pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), da Universidade de São Paulo em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, estima que cada árvore da Mata Atlântica absorve 163,14 kg de gás carbônico (CO2) equivalente ao longo de seus primeiros 20 anos.

O gás carbônico em excesso no ar é prejudicial, sendo uma das substâncias responsáveis por mudanças no clima. O estudo foi feito com base em análises de amostras do plantio de árvores nativas dos projetos Clickarvore e Florestas do Futuro, programas de restauração florestal da Fundação SOS Mata Atlântica.

Para fazer a estimativa, foi considerado um plantio médio de 1.667 mudas por hectare. A amostra abrangeu árvores de idades entre 3 a 11 anos, sendo projetada uma expectativa para a idade de 20 anos. “Esta é a segunda etapa do monitoramento dos plantios. Iniciamos o acompanhamento em 2007 somente em quatro áreas do projeto Clickárvore as quais remedimos no ano passado, além de incluir mais quatro áreas do projeto Florestas do Futuro. Isso nos permitiu ajustar a curva de crescimento construída anteriormente, que na época apontava valor de 250kg de CO2e em 20 anos. Para chegar ao resultado da projeção, consideramos idades e espécies de árvores diferentes, no bioma, clima e diversidade da Mata Atlântica”, informa Fernando Lopes, diretor do Instituto Totum.

O estudo também estimou o sequestro de gás carbônico desde o início da implantação dos programas. Ao longo de 11 anos (de 2000 a 2011), o plantio de 23.354.266 árvores do Clickárvore retirou da atmosfera em torno de 1,05 milhão de toneladas de gás carbônico equivalente, ou seja, 7,27 kg de CO2 e por árvore plantada por ano. Já as 3.842.426 árvores do Florestas do Futuro sequestraram 194, 23 mil toneladas de CO2 equivalente, o que corresponde à remoção anual de 10,11 kg de CO2e por árvore, de 2003 a 2011. As diferenças de absorção de CO2e entre as áreas ocorrem devido a fatores diferentes, como espécie, clima e solo, que impactam o desenvolvimento das árvores em cada local avaliado.

Para assegurar a restauração de uma área degradada com essências nativas, o plantio deve seguir normas, como selecionar espécies adequadas para a região, averiguar a qualidade de sementes e de mudas, preparar o solo para o plantio e cuidar da manutenção da área. Se as normas forem seguidas, os reflorestamentos serão mais eficientes na remoção de gases do efeito estufa da atmosfera, com reconhecimento da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC).

A análise de ambos os programas de reflorestamento avaliou oito plantios nas regiões de Penápolis, Valparaíso, Ibaté, Andradina, Salesópolis, Itatiba e Itu, em São Paulo; e uma região no estado do Rio de Janeiro, em Pinheiral. Foram medidas e identificadas 2.496 árvores, de 128 espécies. Para o cálculo de biomassa e do carbono, o relatório considerou as árvores com Diâmetro à Altura do Peito (DAP) igual ou superior a cinco centímetros.

Segundo Rafael Bitante, Coordenador de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica, o aquecimento global há alguns anos vem sendo pauta nos noticiários e a cada dia, o reflexo desse fenômeno é sentido de maneira mais frequente pela vida na Terra. Diante deste cenário, cada vez mais empresas e pessoas procuram compensar as emissões de CO2, apontado como um dos principais gases causadores do efeito estufa (GEE). “A parceria com o Instituto Totum e a Esalq são fundamentais para contribuir à ciência e subsidiar esforços na mitigação destes efeitos unindo a experiência da Fundação SOS Mata Atlântica na execução de projetos de restauração florestal para compensação ambiental”, destaca.

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STOP BELO MONTE mit Vincent Cassel

Bitte verbreitet dieses Video wo immer möglich!!

 

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Der Teufelskreis am Amazonas

„Point of no Return“ kommt vielleicht schneller, als wir glauben

1) Viele Veränderungen, die heute in Amazonien statt- finden, könnten zu einer starken Umwandlung
und Degradation der Amazonaswälder in den nächs- ten 15–25 Jahren führen, lange vor dem Waldsterben gegen Ende des Jahrhunderts, das von einigen Modellen prognostiziert wird. Der derzeitige Ausbau von Landwirtschaft und Viehzucht, sowie die Zu- nahme von Feuer, Dürre und Holzeinschlag könnten bis zum Jahr 2030 in Amazonien 55 Prozent des Regenwaldes vernichten oder stark beschädigen.

2) Eine starke Degradation des Waldes könnte durch das Zusammenspiel verschiedener Teufelskreise innerhalb der Ökosysteme, sowie zwischen den Öko- systemen und dem Klima in Amazonien beschleunigt werden. Wenn der Amazonaswald den Tipping Point erreicht, verschlechtern sich die Aussichten auf eine Erhaltung des Regenwaldes erheblich; die Biodiver- sität nimmt ab, die Emissionen von Treibhausgasen aus der Region nehmen zu.

3) Der ökologische Tipping Point ist erreicht, wenn die feuerresistenten Urwälder durch immer neue Wald- schäden aufgrund von Dürre, Holzeinschlag und Feuer zu leicht entflammbarem Unterholz degradie- ren. Dieser Tipping Point wird durch Teufelskreise

4 WWF

innerhalb des Feuerregimes am Amazonas begüns- tigt. Vom Feuer einmal angegriffene Wälder sind anfälliger für weitere Brände, denn wenn Bäume den Flammen zum Opfer fallen, gelangt mehr Son- nenlicht ins Innere des Waldes, das die toten Blätter und Zweige am Waldboden austrocknet. Die Invasi- on leicht entzündlicher Gräser, Farne und Bambusse nach einem Feuer verstärkt den Teufelskreis, da sich die Menge an Brennmaterial am Waldboden erhöht. Der ökologische Tipping Point wird durch eine feuerabhängige Landwirtschaft begünstigt, die für zahlreiche Zündquellen sorgt, wie z. B. Rinderhal- tung und Brandrodung.

  1. 4)  Der klimatische Tipping Point ist erreicht, wenn Entwaldung, Rauch, Anomalien der Meeresoberflä- chentemperatur (wie das El-Niño-Phänomen) und die globale Erwärmung dazu führen, dass in einigen Regionen der Niederschlag ausbleibt. Dieser klima- tische Tipping Point verstärkt sich selbst, indem er die Degradation und das Abbrennen von Wäldern begünstigt, was wiederum die Abgabe von Wasser- dampf reduziert und die Emission von Rauch in die Atmosphäre erhöht – beides verhindert Niederschlä- ge. Das Ausbleiben von Niederschlag durch Ent- waldung scheint häufiger zu werden, wenn die gero- deten Flächen mehr als 30 Prozent ausmachen.
  2. 5)  Die Entwaldung am Amazonas könnte sich in Zukunft durch zwei große Trends beschleunigen: Erstens erhöht die steigende Weltnachfrage nach Soja, Biokraftstoffen und Fleisch die Rentabilität von Landwirtschaft und Viehzucht am Amazonas. So wird es für Bauern und Viehzüchter reizvoller, ihre gesetzlich vorgeschriebenen Waldschutzgebiete in Acker- und Weideland umzuwandeln. Zweitens hält das Risiko von außer Kontrolle geratenen Brän- den Landbesitzer davon ab, in nachhaltige Waldwirt- schaft und Weideverbesserungen zu investieren, da diese den Flammen zum Opfer fallen könnten. Dies erhöht wiederum die Abhängigkeit von großflächiger Rinderhaltung und Brandrodung – wodurch sich das Risiko von Brandunfällen weiter erhöht.
  3. 6)  Synergien zwischen den Wäldern, den Wirtschafts- räumen und dem Klima am Amazonas begünstigen ein großflächiges Waldsterben in den nächsten 15– 25 Jahren. In einem Szenario des großflächigen Waldsterbens gibt es immer häufiger Waldbrände, Brandrodungen für Ackerbau und extensive Weide- wirtschaft bilden eine vorrückende Front an Brand- herden, und regionale Dürren werden häufiger wegen der verminderten Transpiration und der grö-

ßeren Rauchproduktion. Die steigende Nachfrage nach Soja, Biotreibstoffen und Fleisch erhöht die Profite, die mit der Entwaldung gemacht werden können.

7) Eine großflächige Degradation der Amazonaswälder könnte die Niederschlagsmenge in weit entfernten Regionen der Erde beeinflussen und damit die globalen Klimastörungen beschleunigen. Wenn die unter 1. beschriebenen Voraussagen bis 2030 eintref- fen, würden 15–26 Milliarden Tonnen Kohlenstoff in die Atmosphäre abgegeben; das entspricht 1,5–2,6 Jahren der derzeitigen Kohlenstoffemissionen welt- weit. Wenn der Amazonaswald weiter zerstört wird, ist mit einer Veränderung der Niederschlagsmenge in Regionen auf der ganzen Welt zu rechnen. Einige Modelle lassen darauf schließen, dass die Nieder- schlagsmenge in Indien und Mittelamerika sowie während der Vegetationszeit in den Korngürteln Bra- siliens und der USA zurückgehen würde.

8) Derzeitige wirtschaftliche Entwicklungen und der Klimawandel auf regionaler und globaler Ebene könnten wichtige Ökosysteme in der Amazonasregi- on zerstören, z. B. den Babassuwald im brasiliani- schen Bundesstaat Maranhão, den Trockenwald am Marañon und die Nebelwälder von Bolivien. Wenn die derzeitige Entwicklung so weitergeht, werden viele Tierarten, darunter viele Primaten, im Lauf der nächsten Jahrzehnte über 80 Prozent ihres Lebens- raums in den Primärwäldern verlieren.

Chancen auf eine Wende

1) Verschiedene Prozesse und positive Rückkoppelungs- effekte könnten verhindern, dass die Amazonaswälder diese Tipping Points erreichen und könnten die Grundlage für eine neue, entschlossene Strategie zur Erhaltung des Regenwaldes bilden.

2) Der positive ökologische Rückkoppelungseffekt ergibt sich aus dem Potential der Wälder, schnell wieder nachzuwachsen, wenn sie nicht mehr regelmäßig Feuern ausgesetzt werden. Sind sie vor Feuer ge- schützt, entwickeln die meisten degradierten Flächen im Amazonasgebiet wieder ein geschlossenes Blät- terdach und könnten innerhalb von 15 Jahren wieder die niederschlagsstabiliserende Funktion von Primär- wäldern erfüllen. Je länger der Wald sich ohne Feuer- ereignisse erholen kann, desto mehr nimmt seine Brennbarkeit ab. Die Menge des Wasserdampfs in die Atmosphäre nimmt zu und bildet dort Regenwolken.

WWF 5

  1. 3)  Beim positiven Klima- Rückkoppelungseffekt erhöht sich die Niederschlagsmenge indem sich die Was- serdampfproduktion (Transpiration) der Wälder über große Flächen erholt. Dies geschieht durch nach- wachsenden Wald und angepflanzte Bäume sowie die geringere Häufigkeit von Waldbränden. Der ver- mehrte Regen erleichtert wiederum die Erholung des Waldes, und die Häufigkeit von Waldbränden nimmt weiter ab.
  2. 4)  Zwei positive ökonomische Rückkoppelungseffekte haben mit Verhaltensänderungen der Landbesitzer zu tun, indem sie die Häufigkeit von Feuer reduzie- ren und dafür sorgen, dass Landnutzungsgesetze besser eingehalten werden. Zum Einen wird auf den Agrarmärkten zunehmend nach der sozialen und ökologischen Leistung der Landwirte und Viehzüch- ter gefragt, die mit Initiativen reagieren, um die Legalität und die sozioökologische Leistung ihrer Betriebe zu erhöhen. Gegenseitige Kontrolle und ein gemeinsames Ziel, nämlich ein besserer Zugang zu lukrativen Agrarmärkten, führen zu erhöhten Inves- titionen in den Brandschutz, in die Restauration von Uferwäldern und in die Erfüllung von Auflagen

    für private Waldschutzgebiete. Zum Anderen, je mehr Landbesitzern es gelingt, die Anpflanzung von feuerempfindlichen Nutzbäumen, Waldbewirt- schaftungssysteme und verbesserte Weidewirtschaft durchzusetzen, desto weniger wird Feuer als Managementinstrument genutzt und desto mehr in den Brandschutz investiert. Diese Landbesitzer wer- den auch versuchen, ihre Nachbarn davon zu über- zeugen, Brandunfälle zu verhindern; und vielleicht wird ein Tipping Point dadurch erreicht, dass in ganzen Landstrichen Feuer nur noch von einer ver- schwindenden Minderheit eingesetzt wird.

  3. 5)  Nachhaltige Holzwirtschaft mit umweltschonendem Holzeinschlag, ist eine wichtige wirtschaftliche Alternative zu von Brandrodung abhängigem Acker- bau und Viehzucht. Schonender Holzeinschlag ermöglicht Holzfirmen das Fällen einzelner Bäume, ohne dass sich die Feueranfälligkeit des Waldes wesentlich erhöht. Das erleichtert auch weitere Holzernten zu einem späteren Zeitpunkt.

Lese mehr dazu auf Englisch:

http://www.redd-monitor.org/2012/11/30/why-is-cop18-talking-about-redd-but-not-about-leaving-fossil-fuels-in-the-ground/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Redd-monitor+%28REDD-Monitor%29

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Liebe Freunde des Regenwaldes und der indigenen Völker, es ist soweit.

Leider häufen sich die News über grosse Rodungen im Amazonas-Gebiet. Die Lunge unseres Planeten kann alles andere als aufatmen…

In collaboration with

The Pachamama Alliance

 

Am 28. November will die Regierung von Ecuador das Todesurteil über die Amazonasregion unterzeichnen!

Was wir seit Jahren kommen sahen und befürchteten, tritt nun ein:
3 Millionen Hektar Primärwald und 80.000 Menschen sind in ihrer Existenz bedroht!

Aber wir können alle gemeinsam etwas dagegen tun:

Unterschreibt bei der Aktion von Amazon(as) Watch mit dem Titel

“Defend Indigenous People and the Amazon“”

http://amazonwatch.org/take-action/stop-the-11th-round-oil-auction-in-ecuador

Schickt diese Mail gerne weiter. Wichtig ist, dass möglichst auch Medien, Organisationen und Menschen in der Politik erreicht werden, die selbst über ein Netzwerk verfügen. Der Amazonas braucht jede Stimme.

Danke im Namen der indigenen Völker, die verzweifelt um Hilfe rufen! Danke im Namen unserer Natur, die sich nicht wehren kann!

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Die falsche Klimalösung

Haben Sie schon von REDD+ gehört?! The Mending News trifft sich mit dem Executicve Director von IEN (Indigenous Environmental Network) Tom Goldtooth, um die Wahrheit über REDD+ zu erfahren, der traurigen Klima”lösung”, vorgeschlagen von der UNO. Sie liest sich sehr gut auf Papier “Reduzierung der Emissionen aus Abholzung und Waldzerfall in Entwicklungsländern”, aber die Realität ist, dass REDD hilft die globale Kolonisation der Mutter Erde durchzusetzten.

Check following video, 9 min:

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“Kollektiver Suizid” der Guarani-Kaiowà Indianer in Brasilien

Brief der Kommune Guarani-Kaiowá von Pyelito Kue/Mbarakay, aus Iguatemi – Mato Grosso do Sul – an die Regierung und die Justiz von Brasilien.

Wir (50 Männer, 50 Frauen und 70 Kinder) der Kommune Guarani-Kaiowá, Bewohner von Pyelito Kue/Mbrakay, möchten durch diesen Brief unsere historische Situation und definitive Entscheidung, angesichts der von der Föderativen Justiz in Navirai (MS), durch den Prozess Nr.0000032-87.2012.4.03.6006 vom 29. September 2012 verfügten Vertreibung, bekanntgeben. Wir haben die Nachricht erhalten, dass unsere Gemeinschaft in Kürze von der Föderativen Justiz selbst angegriffen und mit Gewalt vom Ufer des Rio Hovy vertrieben werden soll.

Guarani-Kaiowa

Damit ist uns klar geworden, dass die Aktion der Föderativen Justiz selbst die Gewalt gegen unser Leben gebiert und schürt, sie ignoriert unsere Rechte, am Ufer des Rio Hovy, unweit von unserem traditionellen Territorium Pyelito Kue/Mbarakay, zu überleben. Es ist uns unmissverständlich, dass diese Entscheidung der Föderativen Justiz von Navirai (MS) Teil des historischen Genozids unseres indigenen, alteingesessenen Urvolkes von Mato Grosso do Sul ist – das heisst: die Aktion der Föderativen Justiz selbst ist es, die unser aller Leben vergewaltigt und beendet. Wir wollen der Regierung dieses Landes und ihrer Justiz ganz deutlich mitteilen, dass wir die Hoffnung endgültig verloren haben, in unserem antiken Territorium würdig und ohne Gewalt überleben zu dürfen – wir glauben nicht mehr an die brasilianische Gerechtigkeit. Wem und wo können wir die Gewalt denunzieren, die gegen unser Leben gerichtet ist? An welche Justiz Brasiliens können wir uns wenden, wenn die Föderative Justiz selbst die Gewalt gegen uns verhängt und nährt?

Also haben wir unsere gegenwärtige Situation besprochen und sind zu dem Schluss gekommen, dass wir alle wohl in Kürze sterben werden – wir haben keinerlei Perspektive eines würdigen Lebens mehr – und werden sie auch in Zukunft nicht haben – weder an diesem Fluss, noch irgendwo anders. Wir befinden uns hier in einem Camp, fünfzig Meter vom Rio Hovy entfernt, in dem bereits vier von uns gestorben sind – zwei durch Selbstmord und zwei durch Prügel und Folter der “Pistoleiros“ von den umliegenden Fazendas. Wir wohnen am Ufer des Flusses seit mehr als einem Jahr, ohne irgendeine Assistenz von Seiten der Regierung, isoliert, umzingelt von “Pistoleiros“, haben wir uns bis heute gehalten. Wir essen einmal am Tag. Wir haben das alles auf uns genommen, weil wir daran glaubten, unser antikes Territorium Pyleito Kue/Mbarakay von der Regierung offiziell zugesprochen zu bekommen, denn hier ruhen viele unserer Grossväter und Grossmütter, Urgrossväter und Urgrossmütter in der Erde, hier liegen die Gräber aller unserer Vorfahren.

Im Bewusstsein dieser historischen Tatsache möchten wir hier, wo wir uns heute befinden,  sterben und an der Seite unserer Vorfahren begraben werden. Deshalb bitten wir die Regierung und die Justiz darum, nicht eine Vertreibung unseres Volkes zu verfügen, sondern diese Verfügung stattdessen in unsere kollektive Ermordung zu verwandeln und uns alle hier zu begraben.

Wir bitten, ein für alle mal, unsere Dezimierung und totale Ausrottung zu verfügen, ein paar Traktoren herzuschicken, die ein grosses Loch graben sollen, um unsere Körper aufzunehmen – das ist unser Anliegen an die Richter dieses Landes. Wir warten auf diese Entscheidung der Föderativen Justiz: “Verfügen sie den kollektiven Tod der Guarani und Kaiowá von Pyelito Kue/Mbarakay und begraben sie uns hier“ – in anbetracht dessen, dass wir uns gemeinsam entschieden haben, von hier nicht zu weichen, weder lebend noch tot.

Hochachtungsvoll,
Guarani-Kaiowá von Pyelito Kue/Mbarakay

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Wie Surfen den Regenwald retten könnte

Leider nur in Englisch verfügbar! Thanks Shannon for the great article!

How Surfing Could Save The Rainforest. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

Help save the rainforest while surfing perfect waves in a tropical paradise. Sounds epic, right? Surfers are known for their deep connection with the ocean and appreciation for its preservation, but what happens when a small, rural town is suddenly bombarded with surf tourism? Prepare for a new landscape and new problems, because while tourism can provide some financial resources to a village in third-world countries, it can also alter the landscape as trees are knocked down for hotel development projects, landfills overflow with waste, and safety of the locals is sacrificed by water pollution and exploitation. Every case is different, but patterns show that education on sustainable practices can increase the chances of any region’s survival. It’s time to take an eco-surf trip, to leave every beach cleaner than when we got there, and spread the word on sustainable surfing.

 

Whether we like to admit it or not, our carbon footprint while taking the surf trip of a lifetime can add up quickly if we consider the gas used for plane flights, bus trips, the energy used to accommodate our laptops and other electronic baggage. The average international flight contributes around 5 tons CO²; an average American citizen produces 19.4 tons of CO² a year.  As an environmental activist wanting to break free of the stereotype, and on a mission to live sustainably while scoring waves, I devoted my full attention to the most diverse and vital region for the health of our planet: the Atlantic Rainforest in Bahia, Brazil. Its consistent swell, warm water and good vibes turned a three month adventure into a yearlong adventure deep in the jungle.

 

Tourists fill the beaches of a small town in the height of Carnaval during Brazil's summer months. Tourism can both help and hurt a society if unprepared for its environmental impact. Photo: Surf Channel/Shannon QTourists fill the beaches of small town, Itacaré, in the height of Carnaval during Brazil’s summer months. Tourism can help a community, but it can also damage an area if unprepared for its environmental impact. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

The "Coast of Cacau" is pumping with waves year round, as local pro surfer, Iago Silva, boosts for the grab. Photo: Surf Channel/Shannon QThe “Coast of Cacau” is pumping with waves year round, as local pro surfer, Iago Silva, boosts for the grab. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

The Atlantic Rainforest on the coast of Bahia, Brazil, is a biodiversity hotspot with only 5% of the forest remaining. Deep sea only a few miles offshore also provides some of the most consistent swells for surfing. Photo: Surf Channel/Shannon QThe Atlantic Rainforest on the coast of Bahia, Brazil, is a biodiversity hotspot with only 5% of the forest remaining. Deep sea only a few miles offshore also provides some of the most consistent swells for surfing. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

 

Not only do the innumerable tree species in the Atlantic Rainforest bring more oxygen to the world than any other source, the biodiversity of the region also contains some of the rarest and most beautiful species of plants and animals on the planet. Unfortunately, when you hear the word, “paradise,” it often comes with a risk of being endangered. Only 5% of the coastline’s original forests remain today due to deforestation, as land owners continue to monocrop (an agricultural practice of planting one single crop, thus reducing biodiversity). Bahia’s agricultural history dates back for centuries when the Portuguese exploited Brazilian soils, capitalizing off of coffee plantations and causing the deforestation of large acres of land to make room for them, threatening the soil with irreversible consequences. Environmental activists hope to mobilize people on the fact that there is only a small percentage left, and the dangers of global warming as these trees continue to fall.

 

Thankfully, surfers are uniting to do something about it. The Atlantic Rainforest Institution (ARFI) is a non-governmental organization active and committed to preserving the Atlantic Rainforest in Southern Bahia, Brazil. The most striking example of a conservation hotspot – with 95% of it’s original size destroyed during the last 500 years — Bahia remains very rich in biodiversity and under continued threat. ARFI is focused on the fact that rainforests help regulate the earth’s climate by absorbing atmospheric carbon dioxide (CO2) – the main greenhouse gas. Saving forests is one of the fastest and most effective ways to stabilize global climate change and the local truly rich biodiversity.

 

The Brazilian state of Bahia contains some of the most biodiverse ecosystems on the planet. Photo: ARFIThe North-Eastern state of Bahia, Brazil contains some of the most biodiverse ecosystems on the planet. Photo: ARFI

 

Festival Respira ("Breathe") Brasil included a volunteer construction project using the town's trash to create an office for the Atlantic Rainforest Institution NGO. Photo: ARFIFestival Respira (“Breathe”) Brasil included a construction project using the town’s trash to create a beautiful office for the Atlantic Rainforest Institution NGO. Photo: ARFI

 

Pro surfers and snowboarders volunteered to help construct a sustainable office made of recycled glass bottles for the Atlantic Rainforest Institution. Photo: ARFIPro surfers and snowboarders volunteered to help construct a sustainable office made of recycled glass bottles for the Atlantic Rainforest Institution. Photo: ARFI

 

 

“It is a critical part of the larger solution, and action is required now,” ARFI insists, a Swiss organization co-founded by surfer and environmental activist, Chris Bachmann. He has channeled his passion for surfing into something much larger, now in talks with the United Nations on an effort to protect more land and conserve the little rainforest left standing. ARFI’s educational efforts and social projects look to improve the lives of local people, while simultaneously educating foreigners traveling to the region – sometimes in the form of surfing, skateboarding, music and other community events.

 

Pro surfer, Flavio Galini, is a local who recognizes the need to protect the region. Photo: Surf Channel/Shannon QPro surfer, Flavio Galini, is a local who recognizes the need to protect the region. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

Although Brazilian favelas can appear chaotic, most locals live sustainable way of life that harmonizes with the land. Photo: Surf Channel/Shannon QAlthough Brazilian favelas (shanty towns) can appear chaotic, most locals in Itacaré live a sustainable way of life that harmonizes with the land. On average, a Brazilian citizen produces 1.8 tons of CO² a year compared to 19.4 tons per American. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

A mixture of dance and fighting, capoeira is an amazing cross-training method for any surfer. Photo: Surf Channel/Shannon QA mixture of dance and fighting, Brazilian capoeira is amazing cross-training for any surfer. Photo: Surf Channel/Shannon Q

 

 

When I first met Chris at Arte na Mata (“Art Jungle”), a breathtaking ecological resort that helps support the Atlantic Rainforest Institution‘s efforts, he warned me about the large snakes in the jungle and to be prepared to see the largest tropical creatures imaginable. Let’s just say I could be found with a machete in hand at all times. Anacondas were the least of my worries, as I came across traces of human trash and destruction in the most remote of areas.

 

The almost-pristine beaches were becoming littered by the trash washing ashore. Was every beach on the globe destroyed by our plastic dependency? If the cosmetic unease wasn’t enough, how about the sanitary concerns of surfing breaks near the river mouth? Naturally, the best waves break near a shark-infested port area of the small fishing village. With the town’s landfill piled near a river flowing into the sea, poisonous chemicals are seeping into the earth and down stream to the marine life. And the latter concern of surfing in polluted water cannot be ignored.

 

 

Small fishing villages can be exploited by tourism if unprepared for social change. Fishermen are the first to see the destruction of the ocean's delicate balance. Photo: Surf Channel/Shannon QSmall fishing villages can be exploited by tourism if unprepared for social change. Fishermen are the first to see the destruction of the ocean’s delicate balance. Photo: Surf Channel/Shannon Q

Hanahoor Araujo grew up in the Atlantic Rainforest with his family of competitive surfers. Their surf school is an important part of the community, activating surfers to engage in eco-friendly practices while enjoying the waves. Photo: Surf Channel/Shannon Q Hanahoor Araujo grew up surfing the coast of the Atlantic Rainforest. His family owned Original Surf School is an important part of the community, introducing surfers to eco-friendly practices while learning to ride. Photo: Surf Channel/Shannon Q

Watch the video below as the Atlantic Rainforest Institution (AFRI) takes pro surfers and snowboarders to the most diverse rainforest in Bahia, Brazil. After surfing perfect waves, these travelers get dirty planting trees and make a creative effort to promote sustainable practices. The non-profit organization has already protected over 330 acres of land. In this clip, they make an impact by using recycled glass bottles for the walls of their new facilities, all while constructing a school for the local children alongside.

 

The Escola Bosque da Pasagem (“The Rainforest School”) is a new educational program that teaches kids about their environment, using science as a powerful tool for survival in hopes of developing an appreciation to live sustainably and care for the place they call home.

 

 

 

 

What could be better than music, surfing, and good friends all in paradise? How about a dope, deep skate bowl right by the sand to boost out of the lip between sets. Ohhhh, ain’t life grand? Officially one of the most beautiful social projects ever completed, the Atlantic Rainforest Institution partnered up with Barcelona’s Creme Skateboards to donate enough resources, material and new skate decks for the inaugural skate sesh at Tiririca Beach.

 

Good vibrations and great waves make this the coolest town on the Atlantic, but the recent explotion of tourism could help, or seriously hurt the area depending on the responsibility of its visitors. Itacaré, bombarded by tourists during the summer season due to a new road into the tropical rainforest preservation, has altered the 6,000 acres of previously protected areas for conservation of flora and fauna.

 

 

 

 

Truly inspiring jungle vibes by Jamaram’s live performance sets the tone for the arrival of the Creme skate team to the new bowl, combining almost all of the aspects of Breathe/Respira Brazil in one clip.

 

“Palm trees, perfect waves and a perfectly shaped bowl… what more could you ask for?”

 

 

Surfers can do their part, trip by trip, to leave each beach cleaner and more amazing than when we arrived. As a surfer, we have a responsibility to take care of our playgrounds and mobilize others surfers to do the same. By being a leader, you can help teach others sustainable practices just by setting a good example. Pick up trash even if it means carrying it with you down the beach. Make sure you know what is happening to your trash and do something to reduce it. You may even need to contact your local government to encourage them to pass stricter laws on environmental issues, like plastic bag bans or recycling facilities. In the end, it will all come back to you in the form of a healthier ocean for your kids to enjoy.

 

Sustainability requires a delicate balance between our resources and human needs, but the easiest way to reduce your carbon imprint can be remembered by the three “R’s”:  Reduce, Reuse and Recycle. If you live by this motto, you are guaranteed to consume less and be more aware of the trash you produce, leading to organic forms of living that will pay off in the long run for your physical health and the wellbeing of our environment.

 

Educating yourself is the first step.

 

Atlantic Rainforest Institution

 

Thank you to all the event sponsors, the active community, and the enthusiastic volunteers in support of these efforts. MUITA OBRIGADA!! MAHALO!!

 

The Atlantic Rainforest Institution

Green House Casa Verde

Associação de Surf de Itacaré
Instituto de Turismo de Itacaré
Libélula Ponto de Cultura
Punho Forte
Pousada Colalá Surf House & Bar
Pousada Tãnara
Pousada Terral
Pousada Hanalei
Protect Our Winters
VoceSurf.com
Itacare24HS
Original Surf School
Center Supermercado
Smart Supermercados
Padaría Itacaré
Panificadora & Lanchonete Itacaré

 

MUITA OBRIGADA!! MAHALO!!

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MAHALO Sudden Rush Surftravel & Ihren Kunden

Allen Sudden Rush Surf-Reisenden vielen Dank für Euren Beitrag zum Schutz und Erhalt des Atlantischen Regenwaldes. Viele unserer Surfer/innen gleichen die CO2-Belastung Ihres Fluges mit dem direkten Schutz einer Parzelle im Küstenregenwald von Südamerika aus.

Ihr könnte selber unter www.atlanticrainforest.org online gehen, falls Ihr ein eigenes Profil einrichten möchtet. Jeder einzelne Baum, der von Euch geschützt wird ist auf der interaktiven grünen Fläche ersichtlich. Je mehr m2 Du schützt, desto grösser wird das Logo, welches über unsere Schutzfläche fliegt.

Nochmals vielen Dank Sudden Rush (www.suddenrush.com). Mit 3349 m2 geschützt ergibt das den 2. Platz im Partner-Ranking.

MUITO OBRIGADO

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DEINE HILFE WIRD BENOETIGT

DU KANNST JETZT SCHNELL UND EINFACH DEM REGENWALD IN BRASILIEN HELFEN: GEBE ONLINE DEINE STIMME AB, DASS PRAESIDENTIN DILMA DEM NEUEN BRASILIANISCHEN WALDGESETZ EIN VETO VERPASST. OBRIGADO!!

Einfach auf diesen Link klicken!

https://secure.avaaz.org/po/brasil_veta_dilma/

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